O sintoma não é um inimigo - é uma mensagem.

Aquilo que se cala em palavras, o corpo pode dizer em excesso.

O sintoma incomoda, mas também fala.

O que há por trás do que dói?

Na psicanálise, o sintoma não é apagado - é escutado, interpretado, deslocado.

"O sintoma é uma metáfora, e uma metáfora é uma substituição significante que permite que o sujeito diga de maneira cifrada aquilo que não pode dizer diretamente."

— Jacques Lacan, O Seminário, Livro 3: As Psicoses.

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